quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Ex-prefeito de Iguatu é mais uma vez alvo de investigação

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O Ministério Público do Estado do Ceará ajuizou na última terça-feira (17), ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Iguatu, Agenor Neto (PMDB). Em novembro o ex-prefeito já havia sido condenado pela Justiça, também por improbidade administrativa. Ele foi acusado de contratar irregularmente 1.840 servidores temporários, sem concurso público, no período em que foi prefeito, entre 2004 e 2012. O peemedebista, agora, é acusado de irregularidades na aquisição de diversos produtos e serviços sem licitação.

Com base no relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), o MPCE constatou que o ex-prefeito autorizou a aquisição de bens e serviços no ano de 2005 sem a realização de licitação para compra de gêneros alimentícios e para a renovação do contrato de serviço para transporte escolar do ensino fundamental. O valor dos gastos custou aos cofres públicos cerca de R$ 162 mil, de acordo com a CGU.

O MPCE pede que Agenor seja condenado à suspensão dos direitos políticos por período de cinco a oito anos, ao pagamento de multa civil e à proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios durante cinco anos.

O POVO tentou entrar em contato com Agenor, mas nenhumas das ligações foram completadas.

O PMDB, partido o qual ele é vice-presidente, informou que
o ex-prefeito está viajando. 

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