
Ambientalistas do Crato assinaram um documento que será entregue ao Governo do Estado, advertindo que, se não for montada uma estrutura de fiscalização, o Parque Ecológico do Fundão, recentemente comprado pelo Governo, será destruído. Com a desocupação da única casa construída na área de 100 hectares, o sítio ficou venerável às invasões. O ofício adverte que o escritório local da Superintendência do Meio Ambiente (Semace), não dispõe de infra-estrutura para uma fiscalização eficiente.
O chefe do escritório da Semace no Crato, João Joça Melo, garantiu, no entanto, que a situação está sob controle. Os carros da Semace vão diariamente ao sítio com a finalidade de fiscalizar, mas admite que o problema só deve ser solucionado quando a área for cercada. “Vamos começar do zero. O governo está licitando a cerca do terreno”, disse.
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