terça-feira, 14 de outubro de 2008

CRIAÇÃO DE INSTITUTO INDICA AVANÇOS EM ESTUDOS CIENTÍFICOS

As comunidades científicas das áreas da Paleontologia Arqueologia, no Cariri, estão tendo avanços importantes nessas áreas. O Ministério da Ciência e Tecnologia tem demonstrado interesse na criação do Instituto de Arqueologia, Paleontologia e Meio – Ambiente do Semi-Árido. O projeto está em execução e foi idealizado por meio da Universidade Regional do Cariri (Urca), Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) e a Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham), no Piauí, que tem à frente a doutora em arqueologia, Niéde Guidon. O projeto todo, a ser feito em três etapas, está orçado em R$ 8 milhões. Segundo o diretor do Museu de Paleontologia de Santana do Cariri, Álamo Feitosa, o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Resende, acenou positivamente para o projeto e realizou, no mês passado, em Brasília, uma reunião preliminar no sentido de integrar as duas ciências. O objetivo do instituto é proteger o patrimônio científico, além de estimular os estudos nessas áreas. A primeira fase de implantação do Instituto ocorrerá em três anos e mais três serão direcionados ao aporte de recursos e redefinição de metas de atuação para o desenvolvimento dos trabalhos. A verba destinada pelo Governo Federal será para compra de equipamentos, transportes e bancar a vinda de pesquisadores das áreas para a região. Da URCA fazem parte dos trabalhos os Professores Doutores Álamo Feitosa, Alexandre Magno Feitosa Sales e Waltécio Oliveira Almeida, com participação do Paleontólogo Alex Kellner, do Museu Nacional do Rio de Janeiro, responsável por várias descobertas nesta área na Região.

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