terça-feira, 23 de dezembro de 2008

EMPREGO FORMAL

continua em desaceleração na geração de empregos formais, o que vem sendo registrado nos últimos quatro meses consecutivos. Em novembro, foram criadas 4.295 vagas, expandindo em 0,57% o estoque de carteiras assinadas no Estado. Foram 31.608 admissões e 27.363 desligamentos. O saldo, embora seja positivo, é inferior aos anotados em outubro (4.300 novos postos), setembro (7.596), agosto (9.947) deste ano e em novembro do ano passado (6.690). As novas vagas estão concentradas na região metropolitana de Fortaleza (RMF): 4.260, expansão de 0,77%.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

Apesar disso, no acumulado do ano, o Ceará apresentou um crescimento maior frente a igual período de 2007. Foram gerados 47.200 postos de trabalho celetistas, 13,5% a mais do que as 41.563 vagas criadas no ano anterior. Com isso, o estoque do emprego formal cresceu 6,80% no ano. As vagas criadas no ano garantiram o melhor resultado desde o início da série histórica do Caged, em 1992.

Do saldo acumulado nos últimos doze meses, 38.378 contratações formais foram na RMF, o que representa uma variação de 7,56%.

Nos últimos 12 meses, são 45.359 vagas criadas, uma expansão de 6,22%. Destas, 37.577 foram registradas na RMF, crescimento de 7,02%. No mês, o Estado alcançou o terceiro maior resultado no País, atrás do Rio de Janeiro (17.547 novos postos, aumento de 0,59%) e Rio Grande do Sul (8.036 postos, alta de 0,39%), o que indica o melhor desempenho na região Nordeste.

Para o diretor de estudos e pesquisas do Sine/IDT de Fortaleza, Junior Macambira, o desempenho do mercado de trabalho no Estado “é um milagre”, visto que novembro é tradicionalmente um mês de retração nas contratações formais. “As empresas tendem a desligar os funcionários mais no fim do ano, que é um período de instabilidade, principalmente para as micro e pequenas empresas que são as mais importantes para o ritmo de contratações”. De acordo com ele, a geração de novas vagas deve sofrer retração em dezembro próximo. Numa análise geral, Macambira avalia que a geração de emprego no Ceará reflete que “a economia do Estado está dando sinais de vitalidade, criando ocupações de melhor qualidade”.

Diário do Nordeste

Um comentário:

Usuale disse...

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